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Cartaz de animal desaparecido

Preencha o que sabe e descarregue o cartaz para imprimir em A4 ou partilhar. Não paga nada e não precisa de se registar.

Exemplos de cartaz

Cartaz de gato desaparecido para imprimir, exemplo de Lisboa
Gato desaparecido, a cores
Cartaz de gato desaparecido a preto e branco para a impressora de casa
Gato desaparecido, a preto e branco
Cartaz de cão desaparecido para imprimir, exemplo do Porto
Cão desaparecido, a cores
Cartaz de cão desaparecido a preto e branco para a impressora de casa
Cão desaparecido, a preto e branco
Cartaz de husky desaparecido para imprimir, exemplo de Braga
Husky desaparecido, a cores
Cartaz de husky desaparecido a preto e branco para a impressora de casa
Husky desaparecido, a preto e branco

Seis cartazes saídos desta ferramenta, a cores e a preto e branco, para ver o que recebe.

Fazer o meu cartaz
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Macho
Data do desaparecimento: 02/09/2026
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O seu cartaz

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Como fazer o cartaz e o que se segue

Pronto em um minuto

O cartaz nasce aqui mesmo. Preenche apenas aquilo que ajuda de facto, do resto trata o alinhamento.

Comece pela fotografia. É a única coisa que quem passa na rua retém, e é ela que decide se daqui a dois dias alguém se lembra de si. Escolha uma imagem com luz, com o animal inteiro e de frente, e não uma foto tremida do quintal nem aquele grande plano em que não se percebe a cor nem o tamanho.

Depois acrescente o nome, a espécie, a data e o local onde desapareceu, e o telemóvel. Escreva o local como o vizinho o entende, não como o correio o conhece: “junto ao jardim de Alvalade” diz mais do que a morada completa. A data no cartaz conta mais do que parece, porque é por ela que as pessoas sabem se ainda vale a pena telefonar.

O resto é escolher: vertical para imprimir, quadrado para as redes, a cores ou a preto e branco se a impressora é a de casa. O cartaz é montado dentro do seu navegador, não é enviado para lado nenhum e não fica guardado em lado nenhum.

O que tem mesmo de estar no cartaz

Quem passa retém uma coisa só. Decida então o senhor qual vai ser, e deixe o resto para o telefone.

  • Fotografia: com luz, o animal inteiro e de frente, para se perceber a cor e o tamanho. Uma boa fotografia vale mais do que três razoáveis, e use sempre a mesma em todos os cartazes.
  • Onde e quando: a zona ou um ponto de referência que o morador reconhece, e a data em que desapareceu. Sem a data as pessoas não sabem se a informação ainda é válida.
  • Telemóvel: em letra grande, um número só, um a que atenda mesmo. Quem telefona da rua não copia o número, marca-o ali.

Para o papel e para as redes

Um cartaz, dois formatos. No papel funciona de uma maneira, no ecrã de outra, e por isso saem daqui os dois.

A versão vertical é para imprimir em A4. A fotografia ocupa os dois terços de cima, por baixo ficam três informações em letra grande e no rodapé o telemóvel. Uma folha assim lê-se do passeio, sem ter de parar, que é exatamente o que se pede a um cartaz.

A versão quadrada é para partilhar: legível numa publicação e numa story, sem texto escondido atrás da interface da aplicação. Partilhe-a em vez da fotografia do papel afixado, porque na foto de um papel o número de telefone nunca sai nítido.

O preto e branco não é poupança, é escolha. A impressora de casa imprime preto com mais constância e durante mais tempo, e um cartaz com bom contraste lê-se mesmo ao fim da tarde. Imprima a cores quando é a cor que identifica o animal, no gato malhado ou no cão com uma mancha marcante.

Cartaz e comunicação do desaparecimento: são coisas diferentes

Na conversa do dia a dia junta-se tudo num papel só. São duas coisas distintas e precisa das duas, e uma delas tem prazo.

O cartaz é a folha que fica afixada e que está no balcão do veterinário: fotografia, a palavra PROCURA-SE, nome, local, data e telemóvel. A comunicação do desaparecimento é um registo oficial no SIAC e um aviso à junta de freguesia e à câmara, e é ela que traz o animal de volta mesmo que ninguém veja o seu cartaz. O cartaz fala com quem passa na rua; a comunicação fala com o veterinário, com a câmara e com o canil municipal.

E uma palavra sobre a forma. Um bom cartaz lê-se em três segundos, do passeio e às vezes à chuva. Resista à vontade de escrever tudo. Três informações em letra grande valem mais do que dez em letra miúda; o resto pergunta-se ao telefone.

Dois erros que quase todos os cartazes cometem

Texto a mais

Ninguém lê um parágrafo afixado numa parede. Se a história toda coube no cartaz, é porque a fotografia e o telemóvel ficaram pequenos de mais. Corte até sobrar a fotografia, três informações e o número.

O grande plano querido

O retrato em que só se vê o focinho é bonito e não serve. Quem passa compara tamanho, cor e porte. Uma fotografia de corpo inteiro e de frente ajuda mais do que a mais querida do telemóvel.

Cão ou gato: o cartaz muda

Procurar um cão e procurar um gato é tão diferente que isso se nota no cartaz e no sítio para onde o leva.

No caso do cão

O cão afasta-se depressa e vai longe, mas quase sempre alguém o vê. Escreva bem visível o porte, a cor e a coleira, e diga o temperamento se for medroso: “por favor não corra atrás dele, telefone-me”. Um cão assustado foge de quem corre na sua direção e acaba por ir ainda mais longe.

Cartaz de cão perdido

No caso do gato

O gato costuma estar perto, apenas escondido e calado. Por isso distribua os cartazes sobretudo nas casas e nos prédios da zona, e não pela cidade inteira, e peça autorização para ver garagens, arrecadações e caves. Procure ao fim da tarde e de madrugada, quando o movimento acalma, e deixe à porta a caixa de areia e uma manta que ele conheça.

Onde pode afixar o cartaz, e onde não

O cartaz só ajuda onde as pessoas passam. Em Portugal, porém, as regras de afixação são municipais, e vale a pena saber como funcionam no seu concelho.

Comece pelos sítios onde alguém o autoriza a afixar, que também são os que mais resultam: clínica veterinária, loja de animais, farmácia, padaria, mercearia, o placard do prédio, a junta de freguesia e os quadros de aviso da escola e da igreja. Peça e afixe. E pense em quem percorre a zona toda todos os dias: o carteiro, os estafetas, o pessoal da recolha do lixo e os funcionários da câmara costumam ver o animal primeiro.

O espaço público é outra história. A afixação de mensagens de publicidade e propaganda depende de licenciamento da câmara municipal, e a lei obriga cada município a ter o seu próprio regulamento de afixação, pelo que as regras mudam de concelho para concelho: Lisboa, por exemplo, tem um procedimento próprio para a colagem de cartazes no espaço público. Um aviso de animal desaparecido não é publicidade nem propaganda no sentido em que a lei as define, por isso a resposta honesta é que a situação não está claramente resolvida: pergunte na junta de freguesia ou na câmara antes de afixar em postes, muros ou abrigos, e não conte com uma regra nacional, porque não existe nenhuma.

Sobra muito, e é o mais eficaz: o consultório veterinário, o canil municipal, o comércio da zona, os placards dos prédios e o papel nas caixas do correio das casas mais próximas. Online, partilhe a versão quadrada nos grupos locais e nos grupos de animais perdidos e encontrados do seu concelho, e registe o desaparecimento também no Animalert, que avisa quem está perto do sítio onde ele desapareceu mesmo que não conheça ninguém naquela rua.

O cartaz não chega: o que fazer já

Ao lado dos cartazes há passos que aumentam muito a hipótese de reencontro, e um deles tem prazo legal. Não deixe estes para depois.

Comunique o desaparecimento ao SIAC, o Sistema de Informação de Animais de Companhia. A lei dá-lhe 15 dias e pode fazê-lo diretamente, ou através de um médico veterinário credenciado no SIAC, de uma pessoa credenciada, da junta de freguesia ou da câmara municipal. Isto não é burocracia adiável: quem não comunica o desaparecimento fica sujeito a uma presunção de abandono, e a falta de comunicação é uma contraordenação punível com coima de 50 a 3 740 euros para um particular. É também o passo que faz o sistema trabalhar por si, porque a partir daí qualquer veterinário que leia o chip do seu animal encontra o registo.

Depois avise a junta de freguesia da sua área e a câmara municipal. É à câmara que compete a recolha e o alojamento dos animais errantes, portanto é ela, e não uma associação, que tem o dever legal de saber o que entrou. Dê conhecimento também às autoridades policiais, a PSP nas cidades e a GNR fora delas, sobretudo se suspeitar de furto. E telefone às clínicas veterinárias da zona: é para lá que quem encontra um animal costuma levá-lo, e em Portugal um veterinário resolve mesmo o chip no SIAC, ao contrário do que acontece noutros países. Uma chamada que não vale a pena fazer em primeiro lugar é para a DGAV: é ela que gere o SIAC e fixa as regras, mas não é um serviço de procura de animais e todos os deveres operacionais apontam para a junta, para a câmara ou para a polícia.

Vá pessoalmente ao CRO, o Centro de Recolha Oficial do seu município, o canil ou gatil municipal, e olhe com os seus olhos em vez de se ficar por um telefonema. Os prazos importam: um animal recolhido permanece no CRO no mínimo oito dias antes de qualquer destino, e se não for reclamado no prazo de 15 dias a contar da recolha a esterilização passa a ser obrigatória e o animal segue para adoção, e várias câmaras indicam mesmo 15 dias como o prazo prático. Conte ainda com uma despesa que quase ninguém menciona: o animal só é devolvido depois de liquidadas as coimas a que houver lugar e as despesas de alojamento referentes a todo o tempo que lá esteve.

O nosso compromisso

O Animalert é uma associação sem fins lucrativos, sustentada por pessoas que querem ajudar os animais. Ao contrário de outros, nunca lhe vamos pedir dinheiro para procurar o seu próprio animal. Esta ferramenta não guarda nada: o cartaz é montado dentro do seu aparelho.

E um pedido, pela vizinhança: quando ele estiver em casa, retire os cartazes.

A seguir

O cartaz é o primeiro passo. Isto vem logo depois.

FAQ - Perguntas frequentes

É mesmo grátis?

É, e sem registo. O Animalert é uma associação sem fins lucrativos e nunca vamos cobrar a alguém para procurar o seu próprio animal. Não tem de indicar e-mail nem cartão, descarrega o cartaz e pronto.

Tenho de me registar ou dar um e-mail?

Não. O cartaz é montado dentro do seu navegador e descarrega-o de imediato. Não nos envia nada e nós não guardamos nada.

Em que formato recebo o cartaz?

Uma imagem PNG e um ficheiro PDF para imprimir em A4, na vertical ou em quadrado, a cores ou a preto e branco. Para o papel use o PDF; para partilhar use o PNG quadrado.

Quantos cartazes imprimo e onde os deixo?

Comece pela zona onde desapareceu, e no caso de um gato literalmente pelas casas e prédios ao lado. Quem mais ajuda são as clínicas veterinárias, o canil municipal, o comércio local, os placards dos prédios e o papel nas caixas do correio. Para o espaço público, pergunte primeiro na junta de freguesia.

Posso afixar o cartaz num poste ou num abrigo?

Pergunte antes. Não existe regra nacional sobre cartazes de animais: a afixação de publicidade e propaganda depende de licenciamento camarário e cada município tem o seu regulamento, e um aviso de animal desaparecido não é claramente nenhuma das duas coisas. A resposta muda de concelho para concelho, por isso a pergunta certa é na junta de freguesia ou na câmara. Entretanto use o que é seguro em qualquer lado: veterinário, comércio, placards dos prédios e caixas do correio.

Escrevo o número do chip no cartaz?

Sim, se o souber. A quem passa na rua não diz nada, mas encurta a verificação no veterinário ou no CRO. O acesso ao SIAC é credenciado e não existe consulta pública por número de chip, por isso quem encontra o animal não o procura sozinho: leva-o a um veterinário, e é aí que o registo aparece.

A quem comunico o desaparecimento?

Ao SIAC em primeiro lugar, no prazo de 15 dias, diretamente ou através de um veterinário credenciado, da junta de freguesia ou da câmara municipal. Depois à junta de freguesia da sua área, à câmara municipal e às autoridades policiais. A DGAV gere o SIAC mas não procura animais, por isso não é por aí que se começa.

Quanto tempo fica um animal no canil municipal antes de ser adotado?

Um animal recolhido permanece no CRO no mínimo oito dias antes de qualquer destino. Se não for reclamado no prazo de 15 dias a contar da recolha, a esterilização passa a ser obrigatória e o animal segue para adoção, e várias câmaras indicam esse prazo de 15 dias como o prático. Conte também com o custo: a devolução depende de liquidar as coimas a que houver lugar e as despesas de alojamento de todo o período.

Devo prometer uma recompensa no cartaz?

Não. Para o Animalert, trazer um animal a casa é solidariedade e não um negócio. Prometer dinheiro atrai quem vem pelo dinheiro e desvia a entreajuda de vizinhança do que ela é. O que traz mesmo os animais de volta é um cartaz claro, muita divulgação, a comunicação ao SIAC dentro do prazo e um aviso online a quem está perto.

O cartaz ajudou-o?

Escreva duas linhas. Ajuda quem está a decidir e ajuda-nos a melhorar a ferramenta.

Avaliação

Lemos antes de publicar.

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